postweet

Postweet

Muitos jovens utilizam o twitter como forma de se expressarem na internet. Citam músicas, publicam indiretas e contam os mimimis da vida familiar em 140 caracteres. No mês de consciência e prevenção do Alzheimer, criamos para o Hospital Metropolitano o Postweet: um lembrete em forma de tweet para alertar que um simples esquecimento pode ser um indício de Alzheimer.

Decidimos monitorar tweets de jovens sobre seus pais e avós que andam, digamos, meio esquecidos das coisas. Na ação, os usuários que publicaram os esquecimentos familiares eram convidados a participar da campanha, sabendo mais sobre as causas e tratamentos da doença no hotsite, doando um tweet de seu perfil por dia através de login social. Com o propósito de aumentar a consciência para a doença, o tweet compartilhava diariamente aos seguidores dicas de conscientização durante o mês de setembro através do aplicativo.

Durante o mês da ação, 725 postweets foram doados gerando 343 mil impressões, espalhando tweets em forma de lembretes a milhares de usuários pelas redes sociais.

Ficha Técnica:
Agência: Danza Estratégia e Comunicação
Cliente: Hospital Metropolitano
Direção de Criação: Luiz Carlos Silva e Fernando Laranja
Direção de Arte: Nathan Mello
Redação: Fernanda Barata
Projeto digital: Marcos Rezende
Desenvolvimento web: Leonardo Magalhães
Mídias Sociais e Conteúdo web: Alessandra Mariani
Planejamento digital: Raphael Boamorte
Atendimento: Andrea Ferraz
Mídia: Izabella Medri
Aprovação: Valéria Fracaroli

Mulher Inacessível - Youtube Ads

Obstáculo – Youtube Ads

Na semana Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência, produzimos para o projeto Mulher Inacessível, através da agência Danza o vídeo “Obstáculo”. O vídeo tinha o objetivo de mostrar as diversas dificuldades que os cadeirantes enfrentam pela cidade no dia a dia.

O vídeo se apropria do recurso “Pular anúncio” do Youtube Ads para chamar a atenção, ressaltando que na maioria das vezes pular não é uma opção e que lidar com problemas de acessibilidade pode tornar a rotina ainda mais complicada.

Ficha técnica:
Agência: Danza
Cliente: Mulher Inacessível
Direção de Criação: Luiz Carlos Silva e Fernando Laranja
Projeto Digital: Marcos Rezende
Direção de Arte: Fernando Laranja
Redação: Gislaine Spagnol
Áudio-visual: Guilherme Leite
Atendimento: Renata Braga
Aprovação: Mariana Reis

minha vitória, cidade, pdu

Plataforma Minha Vitória

Como coordenador de projetos digitais da agência Danza junto à Prefeitura de Vitória, tive a oportunidade de coordenar o projeto digital Minha Vitória, no qual os usuários puderam apoiar e fazer sugestões para a cidade.

Com a participação popular nas audiências públicas e, pela primeira vez, na plataforma online, foi possível conhecer as necessidades que irão nortear todo o processo de revisão do Plano Diretor Urbano da cidade de Vitória na gestão 2016/2026.

Para isso, a plataforma Minha Vitória contou com integração via API de Google Maps, mapeando as nove regiões administrativas da cidade para que as pessoas pudessem sugerir a revisão através de cinco temas principais:

  1. Meio Ambiente e Paisagem;
  2. Desenvolvimento Econômico e Turismo;
  3. Uso, Ocupação do Solo e Infraestrutura Urbana;
  4. Habitação e Mobilidade;
  5. Gestão democrática

Dashboard: indicadores de desempenho em tempo real

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A plataforma Minha Vitória contava ainda com um sistema de gerenciamento de conteúdo dos administradores e dashboard dos resultados alcançados. Além disso, os usuários poderiam publicar na plataforma via login social no Facebook e apoiar sugestões já enviadas por outros usuários e ainda convidar outros via compartilhamento social. Entre as enviadas, as mais apoiadas da Minha Vitória incluiam:

  • Ciclovia Ufes a Camburi;
  • Enterramento de fios;
  • Balsa turística;
  • Comércio na Praia do Canto;
  • Mudanças em Jardim Camburi.

Em etapa final, o site receberá ainda a participação geral com os comentários do projeto antes de ser encaminhado para aprovação na Câmara de Vereadores. Conheça mais sobre o projeto no site:

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Marketing Big Data: O futuro da Gestão de Marketing

No dia 12 de maio de 2015, aconteceu em Vitória – ES o evento Marketing Big Data promovido pela Wis Educação, que teve por objetivo discutir o futuro da Gestão de Marketing. Neste review irei tratar sobre os principais pontos abordados de maneira resumida. Afinal de contas, nenhum artigo substitui um evento. Vamos lá?

MARKETING HACKING

Na primeira palestra, Ricardo Cappra, Consultor internacional de estratégia digital & Cientista de dados da CAPPRA Data Science, falou sobre Marketing Hacking. Reforçou que informação é poder quando se transforma dado em conhecimento aplicável, entendendo onde buscar e como usar.

Cada vez mais, segundo Cappra, os clientes estão buscando o ROI – Retorno de Investimento em seus negócios. Está na hora de provar valor. Para orientar, o marketing deve estar ligado através de dados e não apenas na comunicação visual. Cappra contextualizou ainda as realidades do Facebook (30 milhões de pessoas acessam o Facebook no Brasil todos os dias) e Google (inovador através da mídia programática) lançando a pergunta: como isso está transformando o marketing?

Outro ponto importante foi a fala sobre teste A/B para a matriz criativa, otimizando as campanhas até aumentar a conversão através da análise completa de mensuração. No entanto, os algoritmos não conseguem analisar as qualidades, apenas disponibiliza os dados e informações, tendo ao humano o papel de filtro.

Cases apresentados:

Narrative science – Forbes: 30% do texto feito pelo robô e muitas possibilidades de anúncios.

Measuring Emotions Chevrolet” – The perfect handshake: A fórmula do aperto de mãos através de uma nova KPI.

Obama – Inside The cave: equipe de marketing invertendo a lupa (os dados sociais para a equipe de marketing).

Lojas americanas: LASA: Apoio de tomada de decisão mediante opinião das pessoas, decodificando comportamentos através de dados.

Mission control – Gatorade. Assista ao vídeo:

Não se trata apenas de inovar na tecnologia, mas sim responder aos atuais desafios da comunicação, provando as coisas através de performance e em dashboards otimizados. A Ciência exata aplicada pode, segundo o palestrante, criar poderosos indicadores através de cruzamento de dados. É preciso entender a relação do banco de dados com os dados das coisas. Assim, qualquer coisa poderá ser automatizada com o cruzamento das informações através dos dados sociais disponíveis, por exemplo. Este é o Marketing Big Data.

postano booth

Postano: Social Command Center utilizado por diversas marcas, inclusive Nike. Na foto, painel sobre o evento SXSW

CONSUMER JOURNEY

Daniel Figueiredo, especialista em Conversão do Google, apresentou a palestra “Por dentro do funil: ideias para maximizar sua performance e engajamento”. Daniel começou sua explanação fazendo uma contextualização comparativa. Em 2010, o acesso à internet era na maioria das vezes fixo. Ainda assim, o e-commerce faturou quase 15 bilhões. Em 2015, 43 bilhões já foram gastos com e-commerce,  agora em multi telas. Então, nada mais claro do que dizer que o foco agora é ser mobile-friendly. Para entender a jornada do consumidor deve-se considerar e mensurar as micro conversões: pedir orçamento, receber ligação, download, assistir a um vídeo, etc. É preciso ainda entender o que o consumidor busca no Google: se é para entender como as coisas funcionam, se é para resolver problemas ou até mesmo encontrar soluções viáveis, sejam produtos, serviços ou mesmo informação (dados). Por isso, é importante repensar o sucesso. Como? Focando nos objetivos do negócio. Isso é possível mensurando consumidores, atribuindo valores e provando o impacto incremental das ações de marketing.

Para contextualizar o marketing repensado, Daniel apresentou a metodologia do guru de Analytics Avinash Kaushik, empresário indiano, autor do famoso livro Web Analytics 2.0 e consultor estratégico do Google:

SEE: GERAR CONHECIMENTO
THINK: INTERESSE
DO: PRONTO PARA COMPRAR
CARE: MANTER A CONVERSA

Por fim foi apresentado o Google Brand Lift, que ajuda a melhorar campanhas digitais, permitindo medir as métricas que importam além das comuns, como cliques e impressões. Para isso, o Brand Lift do Google mede o impacto real de uma campanha sobre a notoriedade e o interesse na marca, bem como o recall dos anúncios.

REALTIME MARKETING

A terceira palestra do Marketing Big Data contou com Nuno Andrade, Diretor de Atendimento da Muta.to (responsável pela conta da Coca-Cola) e Luiza Boller, Gerente de Real Time Marketing na Coca-Cola. Eles apresentaram a campanha de RealTime Marketing da Coca-Cola para a Copa do Mundo de 2014, que aconteceu no Brasil. A campanha foi criada e produzida durante todo o evento. Desta forma, tudo funcionava em um processo realmente ágil, objetivando ser mais frequente, mais ousado e aberto para mudar o planejamento, caso algum insight durante o processo indicasse um novo posicionamento a ser tomado. O processo contou com um basement especial durante 32 dias envolvendo marcas, áreas de expertise, agências e young makers, totalizando 65 pessoas envolvidas. Foram gerados 32 reports diários, 10 TVCS e 1300 posts e tweets (Uou!) relacionando com as 64 partidas de futebol. Além disso, a Coca-Cola contou com o Conteúdo Coletivo, integrando membros das principais favelas do Rio de Janeiro e São Paulo que tinham ligação com o meio audiovisual para a cobertura do evento em diversos pontos sociais. Nada mais propício para uma campanha que teve como hashtag #TODOMUNDO.

A equipe, segundo os palestrantes, desenvolveu quatro etapas para o processo:

  • LISTEN
    Máximo de planejamento;
    Buzz monitoring;
    Análise de concorrência, Consumer Trends, Campaign BI.
  • SPEAK
    Social media;
    Tv.
  • REACT
    Ativo;
    Reativo.
  • AMPLIFY
    PR Tradicional;
    PR Online;
    Mídia (off e on);
    Influenciadores.

A Coca-Cola bateu todos os recordes de engajamento com os adolescentes, se tornando a marca mais lembrada e o comercial mais querido no período da copa do mundo, com um aumento de 36% no consumo da bebida.

Abaixo, o case. Não é a apresentação dos palestrantes no evento Marketing Big Data, mas resume bem todos os pontos abordados por se tratar do mesmo case e conteúdo abordados:

AUDIENCE MARKETING

Mariana Whitaker, responsável pelas Métricas do Banco Itaú, explicou como fazer marketing big data verdadeiramente focado no consumidor, gerando insights que podem guiar a evolução de uma marca. A palestrante informou que precisamos ir além do antigo marketing (Marketing > Público > Ação > Resultado), pois atacar a média de público não garante que a estratégia seja efetiva.

Para ser efetivo, o marketing precisa gerar valor aos consumidores. É preciso identificar o nicho no momento adequado e questionar: Qual a mensagem? O que dizer? Como comunicar? Para ajudar nesse processo, a palestrante indicou a seguinte consideração:

  • Ferramentas de gestão de audiências;
  • DMPs de integração de 1st, 2nd e 3rd party data;
  • Bases de remarketing;
  • CRM.

Por fim, Mariana compartilhou os 8 passos para acertar uma estratégia, descrita em etapas:

1. Quem são meus clientes? Meu target planejado é mesmo o real?
– Pesquisa tradicional, mídias sociais e analytics

2. Segmentar audiências. Aproveitar o 1st party data
– Que tipo de perfil tem mais propensão a converter em cada nicho?
– Quais os interesses de cada pessoa?
– Definir perfis demográficos.
– Audiência segmentada é valor agregado.

3. Comprar mídia inteligente. Cada potencial consumidor deve ser impactado por uma mensagem
– Escolher UM mix de canais.
– Impactar as audiências-alvo. Criar mensagens personalizadas para audiências baseadase, 1st party data.
– Alavancar resultados com parcerias (2nd party data – dados próprios de uma parceria com sites, por exemplo). Ampliar aquisição contextual.
– Otimizar lances, quantificando metas e resultados. Consumidores que sinalizam estar próximos da conversão tem maior potencial de gerar resultados.

4. Personalizar seu conteúdo
– Por origem de trafego.
– Por alinhamento com call to action de mídia.
– Comportamento de navegação.
– Frequência x o que é recente.

5. Criar hipóteses e maximizar a eficiência do seu mix. Ser criativo.

6. Ouvir os consumidores

7. Mensurar e avaliar os resultados
– Objetivo > Objetivo Tático > KPI.

8. Lembre-se da sua estratégia

Aquisição ou retenção? Aumentar o ticket médio ou crescer no volume de vendas?

E-BRANDING METRICS

Lucas Napolitano, Diretor BI e um dos idealizadores da startup Direct Mind (que mensura comportamento dos usuários analisando seus seguidores) veio trazer a análise de e-branding com o desafio de explicar a mensuração do retorno de uma mídia que não leva à compra de um produto e como quantificar o impacto de uma marca.

No primeiro momento, Lucas fez um comparativo entre Varejo e Branding. Ambos se influenciam, porém cada um carrega sua particularidade. Varejo é venda, preço, funcionalidade, descontos e presença. Já Branding é Marketing, imagem, sentimento da marca, aspiração e experiência. É um pareamento de estímulos, ligando relações, exposições com a marca. Exemplo: Nike é superação. Adidas é saúde e competição. Mercedes é prestigio. Coca-cola é felicidade.

Lucas também fez um paralelo entre E-commerce e E-branding. Enquanto o e-commerce funciona no esquema de um funil de compras com foco em vendas, o e-branding  entrega as experiências positivas para um conteúdo relevante até a exposição/apresentação da marca, sendo este um funil invertido.

O histórico de marketing big data faz o diferencial da marca. Existe volume de dados e variáveis comportamentais em uma análise. Nesse excesso de informação, manter a objetividade é um desafio a ser superado. A questão é: como classificar todos os dados?

Para exemplificar, citou dois paralelos de metas: Expansão e Imersão.

Na Expansão, as metas são mais clássicas são mais cômodas, pois existe a dificuldade em consolidar. Existe pouca referência na cultura de marketing e não contempla a eficiência da entrega.

Já na Imersão, as metas são mais contemporâneas, porém corre-se o risco de serem mais hype. Com isso, requer profissionais mais capacitados, não existe metodologia para avaliação de impacto e não contempla assimilação positiva da entrega. De maneira geral, a Expansão serve para novas marcas, enquanto a Imersão serve para marcas mais conhecidas (consolidadas).

O palestrante citou ainda os 5Vs para uma mensuração customizada. São eles:

1. VOLUME
2. VARIEDADE
3. VELOCIDADE
4. VALOR
5. VERACIDADE (é o único V que pode invalidar os demais).

Desta forma, é preciso ter uma cultura de conversões.

Toda campanha tem um ou mais objetivos principais palpáveis. No varejo, por exemplo, eles geralmente se resumem a compras efetuadas. Em branding, é comum existirem campanhas onde os objetivos estão difusos, tornando as conversões pontos-chave espalhados pela jornada do consumidor. Atribuir mérito a cada mídia em branding pode ser um grande desafio quando existem objetivos difusos não finais e de quantificação subjetiva.

Para definir objetivos de Expansão e Imersão, Lucas recomenda calcular o custo por objetivo atingido e questionar: Os custos estão diminuindo? Qual a média de consumo por usuário? Isso otimiza a prática de custo-benefício e o desenvolvimento de criatividade mecânica. O caminho completo é moroso, mas toda base é histórica. Ter dados, por mais que não use-os no momento, é relevante para a marca quando for necessário resgatar informação de qualidade.

O palestrante deixou ainda dicas importantes, descritas nos tópicos a seguir:

- Isolar o máximo de variáveis externas possíveis;

- Equalizar resultados de vendas;

- Revisitar dados de branding (Imersão e Expansão);

- Observar o impacto das flutuações destes dados com as vendas equalizadas através de regressões matemáticas;
– Atribuir valores para cada tipo de interação. Exemplo: Cada visualização de vídeo gera R$15,00 (Mensurar isso é um desafio!);

- Bater resultados com os custos por interação e calcular o retorno;

- Resultados nunca serão lineares, pois contemplam curvas de expansão;

- Métricas de cada campanha criam sinergias entre si;

- A expansão de uma campanha define o teto para sua imersão;

- Sua base será eternamente reajustada.

Estes foram os principais pontos tratados no evento Marketing Big Data: O futuro da Gestão de Marketing. Se você deseja compartilhar mais informações sobre o evento, deixe sua observação para enriquecer o conteúdo. Ele está sempre em construção e é colaborativo :)

google mobilegeddon

MOBILEGEDDON: Google muda buscas priorizando sites mobile

Depois da atualização algorítmica do Google em 21 de abril de 2015 chamada mobilegeddon, muito se comentou pelos corredores da internet sobre as penalidades e mudanças que isso traria para o ranking orgânico dos websites no mecanismo de pesquisa do Google.

Desde 2009, o Google já havia anunciado mudanças em seu sistema de ranking considerando os sites acessíveis para mobile e agora essas mudanças foram ainda mais significativas. Segundo o Google, cerca de 4,7%  dos sites mobile-friendly desde maio de 2015 foram assim feitos desde  a divulgação da mudança e o receio na perda de tráfego fez com que muitos sites corressem atrás do prejuízo. O nome mobilegeddon faz referência à citação bíblica da guerra no fim do mundo e também ao famoso filme Armageddon, que mostra um fantástica chuva de pequenos meteoros. É evidente que o céu nunca caiu nem o mundo acabou para os websites. Mas para alguns, é evidente que mudou. E para melhor.

O analista de tendências do Google Webmasters, Gary Illye, compartilhou alguns detalhes em uma recente FAQ – Perguntas frequentes. Resumidamente, estes são os pontos mais importantes dessa mudança:

  • Websites responsivos (adaptáveis) não terão nenhum benefício com a classificação;
  • O Googlebot deve ser permitido, desbloquear a leitura do CSS e JavaScript para passar no teste “mobile-friendly”;
  • O uso móvel é determinado no nível da página e não no nível sitewide – que informa se há link em diversas páginas de um domínio;
  • Tablets não serão afetados por esta atualização;
  • O Google está trabalhando atualmente em um índice móvel exclusivo.

Abaixo, um exemplo de descrição no mecanismo de busca orgânica do Google para sites móveis amigáveis:

mobile friendly

O Google tem mais de um incentivo para continuar a atualizar os resultados da pesquisa para pesquisas mobile, pois eles anunciaram recentemente que há oficialmente mais pesquisas em smartphones do que em desktop nos EUA e esse é um número crescente. A tendência é que o Google priorize estas pesquisas para oferecer a melhor experiência., ajustando o algoritmo mobile-friendly ao longo do tempo.

Quer saber se seu site passou nos testes do mobilegeddon? O teste de compatibilidade para dispositivos móveis pode ser feito aqui.

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Facebook Ads: ‘Cinemagraphs’ para Café Cafuso

Participei, como coordenador de projetos digitais da agência Danza, da campanha de branding por meio de um vídeo ads no Facebook com um formato diferente, chamado cinemagraphs. A técnica é uma mistura de fotografia e vídeo na qual uma imagem estática recebe em alguns pontos focais uma ideia de movimento. O recurso cinemagraphs começou a se popularizar nos Estados Unidos e chegou a ser utilizado por algumas agências brasileiras. A peça criada foi publicada na fan page do Café Cafuso, com foco naquela famosa fumaça do cafezinho, estimulando a vontade dos que visualizaram a postagem por uma boa xícara de café. Clique aqui e assista ao vídeo.

Cinemagraphs - Facebook

A Nielsen, em recente pesquisa encomendada pelo Facebook e intitulada “The Value of Video for Brands”,  avaliou 173 estudos de BrandEffect em relação a vídeos na rede social e os resultados foram bem interessantes. Segundo a pesquisa, a partir do momento que um vídeo foi visto (mesmo que menos considerando um segundo), houve um aumento na lembrança do anúncio, reconhecimento de marca e consideração de compra. Isso significa que até mesmo as pessoas que nunca assistiram ao vídeo mas receberam uma impressão, foram impactadas pelo anúncio.

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Vídeos Ads no Facebook: consciência, associação e lembrança elevada da marca

O vídeo on-line tem um papel fundamental no impacto considerando uma campanha multiplataforma. Segundo previsões da eMarketer, em 2015 o tempo gasto vendo vídeos em dispositivos móveis aumentou 91,8% na comparação com 2011. Outro dado relevante vem da Mobile Planet: 89% dos usuários de smartphones no Brasil buscam informações em seus smartphones, sendo que, segundo estimativas, 60% de todo tráfego passaram pelos vídeos.

Quanto mais as pessoas assistem a um anúncio em vídeo no Facebook, maior é esse aumento. Entender isso ajuda os anunciantes a produzir conteúdo e avaliar o sucesso. O cinemagraphs ainda é raro como anúncio via Facebook e conforme reforço da pesquisa, fortalece a imagem da marca e torna o feed de notícias mais interessante e divertido ao chamar a atenção do usuário transmitindo a mensagem de uma forma atraente e direta.

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Instagram: dicas relevantes para promover sua marca

Já faz um tempo que a rede social Instagram é a nova queridinha das marcas. O serviço de compartilhamento de fotos online móvel atualmente possui mais de 300 milhões de usuários ativos. Não é a toa que se tornou a rede social para marketing  baseada em imagem, mesmo que há algum tempo já oferece o serviço de compartilhamento de vídeos curtos. O conteúdo visual é cada vez mais importante para uma boa estratégia de marketing. Porém, surgem as dúvidas: será que todas as marcas deveriam estar lá? Quais as melhores práticas?

Para responder a estas perguntas, criamos um artigo baseado no estudo “The Science of Instagram” (A ciência do Instagram, em português), realizado por Dan Zarrella, da HubSpot. Para o estudo, foram considerados quase 1 milhão e meio de fotos de mais de 500 mil usuários de Instagram pelo mundo. Além disso, foi considerado o estudo das principais tendências para o Instagram em 2015 destacados pela Brandwatch. Os resultados compilados dessa análise você vê agora nos tópicos: dicas relevantes para promover sua marca.

Use mais hashtags

Há uma relação direta e positiva entre o uso de hashtags e o crescimento de interações no Instagram. Quanto mais hashtags uma foto tiver, mais provável que uma nova interação aconteça e a taxa de engajamento aumente. Mas cuidado: use com parcimônia e certifique-se que a tag faz realmente referência ao assunto e que a postagem poderá ser facilmente localizada. Hashtags genéricas tem pouca utilidade mas se forem mais específicas, poderão atrair um público qualificado. O Instagram limita o uso de 30 hashtags por post e hashtags demais pode soar negativo. Lembre-se: o que funciona no Instagram não funciona no Facebook, por exemplo.

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The Science of Instagram: Número de tags x Comentários e likes por seguidor 

Estimule o engajamento com uma call-to-action

Chamadas no Instagram como “curtir” e “comentar” pode aumentar em 2.194% o nível de interação. A dica é contextualizar a chamada de ação para o conteúdo. Afinal de contas, o perfil pidão sem o papel humano da marca pode ser um ponto negativo se mal administrado.

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The Science of Instagram: Número de tags x Comentários e likes por seguidor 

Agora, se você quer que as pessoas visitem seu site, por exemplo, peça para que cliquem no link da bio, já que o espaço de texto para legenda e comentário não permite que uma URL divulgada seja clicável.

Um estudo realizado pela Forrester descobriu que as postagens de Instagram atingiram uma taxa de 4,21% de engajamento por seguidor, ou seja: 120 vezes mais engajamento por seguidor que o Twitter e 58 vezes mais do que Facebook. Essa é a hora de se investir em engajamento no Instagram

Instagram Ads: Prepare-se para pagar

Muitas redes sociais, como o Facebook, têm matado aos poucos o alcance orgânico de seus posts, deixando-o com nenhuma outra escolha a não ser pagar para a garantir as impressões. Quase todas as redes sociais tem se rendido para a publicidade. Plataformas como Facebook, Pinterest, Twitter, LinkedIn e Snapchat têm experimentado novas opções de publicidade.

Uma das coisas que faz Instagram original é a falta de anúncios, considerando sua grande popularidade. Mas isso está prestes a mudar no Brasil. Anúncios já foram amplamente testados nos EUA desde novembro de 2013, incluindo marcas famosas como Macy’s, Michael Kors, Mc Donal’s, Levis e Adidas. O Instagram limitou-se a parceiros selecionados porque entende a importância de manter os anúncios com um grau de pertinência e naturalidade para que não seja invasivo para o usuários. Isto significa que qualquer empresa que deseje anunciar no Instagram deverá apresentar um estilo criativo sob a pena de ser reprovado. Isso já está acontecendo com anúncios no Facebook, então não será surpresa no Instagram.

O Instagram está lançando anúncios de imagens carrossel em uma base limitada ainda em fase de testes. Essa nova modalidade inclui links clicáveis, direcionando o usuário para fora do perfil. Veja o exemplo divulgado:

Atualmente a segmentação de anúncios em foto e vídeo baseiam-se em idade, sexo e país, além é claro em hashtags e followers. Os primeiros ads não saíram por menos de $10,000. Até julho de 2015 rodará um teste beta de Instagram Ads só com algumas agências brasileiras e depois desse período, será aberto ao público através de integração com o Power Editor, do Facebook. Acesse o Business Instagram e tenha acesso às novidades sobre posts patrocinados e outros insights para sua marca.

instagram ads

Instagram Ads: Marcas como Levis, Mc Donald’s e Michael Kors já anunciaram nos Estados Unidos. Vivo e foi uma das pioneiras no Brasil.

Mais sentimentos e menos blá blá blá

Por ser uma rede social mobile, inevitavelmente os usuários não querem acompanhar as produtos e serviços de uma marca apenas, mas o que ela representa para eles. Essa representação deve estar traduzida na publicação do Instagram. Não é a toa que, segundo a pesquisa The Science of Instagram, fotos contendo pessoas no Instagram possui 35% mais engajamento que as fotos sem. No instagram, a conversa deve ser prioridade, seja por texto ou por expressões clássicas no mobile, como o uso de pictogramas emoji. Trazer o sentimento, a história por trás das coisas e o lado humano da marca aproxima os seguidores e os retêm.

Se o Instagram é uma plataforma inteligente para atingir o seu público, aproveitá-la agora, enquanto o alcance e engajamento orgânico ainda está em alta, é uma boa saída para as marcas. Resta a dúvida: sua marca está preparada para ser cativante?

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Hashtag x tagline: doutrinando as marcas

Hashtag

O uso da hashtag já é antigo, tendo início no fim da década de 80 para a comunicação no meio acadêmico e até para o uso em conflitos bélicos. Depois foi a vez do IRC, que utilizava a hashtag para a localização dos canais.

Desde que foi repaginada pelo Twitter em 2007, a hashtag tem por objetivo centralizar eventos, ações, acontecimentos e assuntos em um único tópico para que qualquer usuário de internet consiga participar ou até mesmo acompanhar. Da mesma forma que inicia, pode acabar. Não tem o objetivo de ser eterna.

Hoje o uso da hashtag está popularizado. Quantas vezes o cliente não pediu pra enfiar guela abaixo a hashtag dele no anúncio? É uma tendência querer acompanhar as novidades, mas na maioria das vezes, o cliente não entende o verdadeiro sentido da hashtag.

Exemplo: #worldcup2014. Quem digitava no Twitter e Instagram, por exemplo, via a cobertura dos jogos a nível mundial, fotos, comentários e muitos trocadilhos. #100hapydays. O desafio que surgiu na internet convida os usuários de Instagram a postarem, durante 100 dias, suas fotos com a hashtag, além da hashtag auxiliar referente ao dia (ex.: #day19). O propósito do desafio foi estimular as pessoas a notarem o que as faz felizes a cada dia.

O brasileiro com seu jeitinho, transformou a hashtag num desabafo sem pé nem cabeça, eliminando as frases (ex.: #eu #de #boa #na #piscina) e utilizando elas de propósito quando a intenção é criticar ou elogiar algo (ex.: #boladão #mortinhadasilvasauro). O Lulu, aplicativo desenvolvido para mulheres avaliarem homens, fez sucesso no Brasil no final de 2013 e também abusou das hashtags, tageando os homens com base em suas características (boas ou más). Por exemplo: homem com a hashtag #UsaRyder significava que era galinha.

Em se tratando de bom uso pela marca, pode-se destacar o case de sucesso mundial da hashtag #vemprarua, promovido pela FIAT para a Copa do Mundo no Brasil, no qual a população acabou se apropriando em prol dos protestos iniciados em Junho de 2013 pela revolta da corrupção, dos gastos com a copa e do preço do transporte público em São Paulo e em diversas cidades do País (Não é só por 20 centavos). A campanha começou nas rádios, foi pro Youtube, TV e ganhou o país nas ruas. Tudo foi questão de oportunidade e uma excelente execução.

E a tagline nessa história toda?

A tagline é uma variação do slogan do cliente acompanhada pela marca. Muitas vezes o cliente quer, de qualquer maneira, colocar o slogan da marca na hashtag. Isso é uma variação da tagline e apesar de possuir o “#”, não tem caráter nem propósito para ser hashtag. Exceções existem, como é o caso da marca, que com sua tagline enxuta Just do it, estimulou usuários a utilizarem a #justdoit ao praticarem esporte. Mas estamos falando de Nike, não é mesmo? Se a FIAT tivesse utilizado o seu atual slogan #movidospelapaixão, já podemos imaginar o resultado. O usuário cada vez mais foge do que é comercial, do promover a marca gratuitamente sem um fim pessoal.

Pense só: se utilizar a hashtag e encontrar na internet algo sobre e os clientes usam é porque ela deu certo. É uma oportunidade de aumentar o contato de primeiro momento. Se foi apenas um VT, a hashtag levará para fotos, behind the scenes, promos e extras na internet. Caso contrário, será apenas pra dizer que está na onda, tipo de tiozinho da Sukita, lembra?

Então é isso. Hashtag sempre com propósito. Tagline em forma de hashtag apenas se sua marca tiver o valor de uma Nike.

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Oportunidades pós Black Friday nos EUA e buscas pré evento no Brasil

O Black Friday acabou mas as oportunidades de negócios não. No artigo de hoje, vamos compreender o comportamento do novo consumidor americano após o período da black friday e o que os consumidores brasileiros buscaram na internet antes do evento acontecer.

Segundo pesquisa da Deloitte, metade de todas as compras nos EUA feitas nas férias ainda vai, de alguma forma, ser influenciada pelas ofertas de lojas virtuais. Com isso, os anunciantes estão investindo mais em campanhas de marketing digital nessa temporada. Este dado mostra que grandes marcas varejistas podem trabalhar em torno da baixa competição neste período.

De acordo com a National Retail Federation – NRF, o ticket médio do americano superou os $800,00 no 4º trimestre de 2014, 5% a mais do que em 2013. Já segundo estudos da eMarketer, as compras on-line vão crescer 2% nos Estados Unidos.

Em pesquisa apresentada pelo Facebook durante a Advertising Week 2014, 65% dos adultos acessam o celular ao realizarem uma compra. Ainda no estudo realizado pela NRF, há um número recorde de consumidores que utilizarão dispositivos móveis para pesquisar produtos e preços antes de comprar efetivamente.

Dados internos do Facebook mostram que os usuários norte-americanos que manifestaram interesse em um anúncio de dispositivo móvel no Facebook através do feed de notícias, mais de 32% deles converteram em vendas no prazo médio de 28 dias. Isto representa uma oportunidade para os anunciantes tirarem proveito dos CPMs inferiores antes de aumentar a concorrência e a competição acirrada de preços em datas específicas, como a Black Friday, a Cyber Monday ou até mesmo o período natalino.

Desta forma, o baixo custo dos CPMs e compras no final da temporada podem criar oportunidades para os negócios, aumentando o ROI – retorno sobre investimento – no período das férias, que continua no mês de janeiro, com a oferta de códigos promocionais na pós-temporada das promoções de fim de ano. Em 2013, os CPMs após o natal, criaram oportunidades para implantar estratégias de captura nas compras efetivadas no mês seguinte. O conselho para as empresas com target americano, de acordo com as pesquisas, é reservar parte do orçamento publicitário para esse período.

Black Friday nos EUA: CPMs via Facebook Ads mobile entre Novembro e Dezembro

Black Friday USA - Mobile Newsfeed Facebook

Já no Brasil, o comportamento de compra é um pouco diferente. Isto porque, segundo o E-commerce News, o ticket médio a ser gasto na black friday gira em torno de R$355,00. Além disso, os hábitos de consumo do brasileiro tem mudado por conta da inflação e das altas nos preços dos produtos. Por isso, a Black Friday no Brasil é a oportunidade que muitos brasileiros esperam: comprar um produto com um produto ou serviço com o preço abaixo do praticado.

Em 2012, o mercado brasileiro gerou na Black Friday aproximadamente 370 mil menções em 15 dias nas redes sociais. Em 2013 esse número cresceu 50% e ultrapassou a marca das 550 mil menções. Junto a isso, estão um elevado volume de críticas, principalmente relacionados aos falsos descontos, associados a termos como “Black Fraude” ou “tudo pela metade do dobro”.

Já em 2014, antes da Black Friday acontecer, a crítica recorrente ainda inside sobre a “metade do dobro”, e assuntos como impostos que encarecem as importações, preço do dólar, aumento no valor do frete e preços não atrativos quando comparados à Black Friday americana. O termo “Black Fraude” em 2014 perdeu a força.

Segundo estudo realizado pela iProspect Brasil (que analisa as atividades nas redes sociais em torno da Black Friday desde 2010), o público-alvo do evento no Twitter especificamente são os adolescentes, que apesar do baixo poder aquisitivo e do tiquet médio reduzido, possuem um grande volume de pedidos. Itens de casa, vestuário e pacotes de viagem dominaram as ofertas no Twitter em 2013, mas pelo visto, muitas empresas não entenderam bem o público do microblogging, já que os consumidores que adquirem estes produtos com menos de 18 anos é a minoria.

Em estudo realizado pelo Scup em parceria com a Vert, foram analisadas menções públicas feitas por consumidores em seus perfis pessoais em redes sociais declarando suas expectativas e receios em relação à Black Friday no Brasil, seus interesses e desejos de compra. Para a análise, foi considerado os meses de outubro e novembro de 2014, que antecedem à data do Black Friday.

Muitos e-commerces aproveitaram a pré Black Friday para criar campanhas que geram leads para seus sites através de descontos antecipados, antecipando até mesmo o evento através de descontos equivalentes ao período, principalmente no setor de moda.

Termos como “aproveite”, “desconto”, “dia”, “começou”, “esquenta”, “começou”, “chegando” e “preços reais” foram utilizados como palavras-chave das campanhas de Google Adwords. Já para SEO, os termos mais utilizados para indicar as expectativas e interesses de compra são “esperar”, “chegando”, “vou comprar”, “preciso comprar”, “quero comprar”, “ansiosamente”, “ansioso”, “lista”, “listando”, “esperando”, “juntando dinheiro”, “economizando”.

Os usuários de mídias sociais se referiram aos produtos de maneira geral, citando “celular” ao invés de um modelo específico de aparelho, por exemplo. Os livros e celulares representam, respectivamente, 23% e 9% das menções de expectativa de compra no evento.

Em todas as pesquisas de 2014, as categorias Eletrodomésticos, Eletrônicos, Moda/Acessórios e Telefonia foram as mais citadas pelos consumidores em relação às suas intenções de compra para o evento nas redes sociais.

Black Friday no Brasil: Categorias que mais se destacaram nas mídias sociais em 2014

black friday, estatísticas

Ainda segundo a pesquisa Scup, durante a Black Friday é muito importante trabalhar com filtros de segmentação por interesse específico para chamar a atenção do consumidor e obter uma boa taxa de conversão ao pensar nas estratégias de anúncios por categoria nas mídias sociais.

Os consumidores estão mais atentos às oscilações dos preços e estão monitorando os valores dos produtos que pretendem comprar nas lojas virtuais. A decisão final de onde será efetuada a compra será feita de acordo com as melhores ofertas, uma vez que os consumidores em geral não demonstram ser fiéis à lojas específicas.

A Ezlike analisou os dados de mais de 200 milhões de impressões de anúncios veiculados durante a Black Friday em 2014 através de sua ferramenta PMD. Com um investimento em peso e a concorrência alta, naturalmente o CPC e CPM das campanhas aumentou, sendo o aumento mais substancial no CPM.

Black Friday - Ezlike

As pesquisas apresentadas são diretrizes interessantes de marketing digital que geram insights para marcas, auxiliando no planejamento de publicações e anúncios de campanhas para a próxima Black Friday, além de prever tendências, como é o caso do evento nos EUA. Resta saber se as marcas irão acompanhar essas mudanças a curto ou longo prazo.