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Curso – Métricas de Marketing Digital

Como definir as métricas de marketing digital e aplicar em seu negócio para aferir efetivamente os resultados?

No dia 31 de janeiro apliquei o segundo Curso “Métricas de Marketing Digital”. O curso fez parte do programa Marketing Digital Completo, oferecido pela Wis Educação. de Vitória, ES. No curso, falamos do Digital Analytics, entender as características e interpretações dos termos relacionados, trabalhar com indicadores-chave de desempenho para cada tipo de objetivo, compreender o processo de análise e otimização dos resultados através dos dados coletados e das principais ferramentas de mercado, além de discutir as melhores práticas de mercado em diferentes segmentos. A próxima turma será no dia 25 de julho. Nos vemos lá! :)

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Curso “Métricas de Marketing Digital”, realizado no dia 15 de setembro de 2016 – Wis Educação

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Curso “Métricas de Marketing Digital”, realizado no dia 7 de julho de 2016 – Wis Educação
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Curso – Social Ads e Mídia Performance

Está cada vez mais difícil para as organizações atingirem seus fãs e seguidores através do alcance orgânico, principalmente quando novos veículos de mídia surgem no mercado segmentando cada vez mais o target com potenciais recursos nos diferentes pontos de contato com a marca. Diante da demanda recorrente do mercado em otimizar a verba de investimento em social ads e extrair dados relevantes a partir das interações, ministrei o Curso – Social Ads e  Mídia Performance” pela Wis Educação em Vitória, ES. O curso, que faz parte do módulo “Gestão de mídias sociais”, teve por objetivo capacitar profissionais da área e empresários a planejar suas campanhas de mídia paga com foco em estratégia e performance, configurando anúncios nas principais plataformas sociais utilizadas, como Facebook e Instagram.

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Curso – Social Ads e Mídia Performance –  Turma 21 (28 de março a 6 de abril de 2017)

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Curso – Social Ads e Mídia Performance –  Turma 20 (18 a 23 de março de 2017)

Marketing Digital - Tendências e oportunidades

Marketing Digital: tendências e oportunidades

No dia 26 de novembro de 2016 fui convidado a ministrar uma palestra na Semana de Comunicação na Faculdade Pitágoras – Campus Guarapari, Espírito Santo com o tema “Marketing Digital: Tendências e Oportunidades”. Vamos aos subtemas abordados?

 

MARKETING DIGITAL: POR ONDE COMEÇAR?

Esta é a pergunta que todo empreendedor ou estudante que queira se aventurar nesta área faz. Se você der um Google no termo “Marketing Digital” vai quer que conteúdo é o que não falta na internet, mas a maior dificuldade é saber separar o conteúdo produtivo do lero lero, gerado por gurus digitais. E isso pode ser uma armadilha para iniciantes. Então o conselho é: fuga dos pacotes “seja especialista com um clique”. Comece a ler. Siga referências. Estude. Afinal de contas, são muitas vertentes a serem exploradas.

O marketing digital não envolve só conceito, envolve prática de mercado. Falo isso pois vejo muitos profissionais vendendo o serviço de marketing digital sem ao menos coletar um briefing decente com o cliente ou oferecendo o mesmo padrão do serviço para todos os segmentos. Não, isso não é marketing digital.

Muitos microempreendedores, para otimizar o fluxo de caixa, preferem por conta própria colocar a “mão na massa” antes mesmo de estudar o segmento, de fazer um planejamento, coletar estimativas, definir padrões de comportamento, monitorar a concorrência e a audiência sem definir, enfim, os indicadores de desempenho do negócio. Acabam por não enxergar o retorno de investimento nas ações desenvolvidas, tomando pontos de partidas sem conexões ou otimizações de investimento.

Depois de muito tentar e não conseguir, culpam a internet, o canal mal administrado ou a ferramenta: “ah, mas já fiz e não dá resultado“. Mas de quem é a culpa?

 

PESCAR X CAÇAR (A INTERNET NÃO É DE GRAÇA)

Podemos fazer a analogia da pesca e uma pessoa frustada com o insucesso do negócio da internet. Um dos grandes erros de quem investe no digital é achar que o comportamento do usuário é o mesmo de um consumidor no ponto de venda. Não é. Na internet, o comportamento de pescador não funciona. O pescador espera pacientemente o cliente passar pelo seu negócio, esperando-o cair na isca para então vender o produto ou serviço.

É por isso que na internet, o papel da marca é ser caçador. Imagine uma floresta, com muitas oportunidades, mas também ameaças. Os clientes estão soltos nesse ambiente e muitas das vezes, estão fazendo outras coisas e sem o interesse em comprar algo naquele momento. E são safos. É a caça. Caçar para sobreviver. E falamos de estratégia neste momento. Estratégia de curto, médio ou longo prazo, que envolve ferramentas diversas para a compreensão da diversidade de características e comportamentos do cliente, até então “anônimo” e misturado entre tantas possibilidades de segmentação.

Consegue ver a diferença? Toda vez que alguém disser “mas investir na internet é de graça, eu não preciso pagar tanto para aparecer…” lembre-se do pescador.

 

MOBILE-FIRST (SIM, AINDA!)

Quer tema mais falado e batido do que esse? Pois é. Temos registros do início dos anos 2000 sobre o tema, com o maior destaque em 2011, com o crescente acesso multitelas no Brasil. Até hoje vem sendo tratado nas agências, nas rodas de desenvolvedores ou nos eventos de marketing digital. Ok, isso é um fato. Mas então porque ainda deve ser tratado como oportunidade?

Pode parecer clichê, mas muitos negócios embrionários ou de baixo investimento (realidade das pequenas cidades Brasil afora, por exemplo) esquecem do básico e já querem partir para anunciar sem nem ter feito o dever de casa primeiro. Pensar no usuário que vive no smartphone, que tem o comportamento mobile, que precisa de acesso rápido com usabilidade e qualidade deve ser premissa de toda empresa.

O Google já priorizou nos seus algoritmos considerando o Mobile-First. Até nossos avós já trocaram o xadrez e o crochê pelo WhatsApp. Mesmo assim, vemos muitas empresas ignorando este ponto fundamental com o destaque “sem orçamento no momento”. Então, falaremos de mobile first enquanto ele ainda não for first na realidade do cliente, enquanto existir oportunidade de crescimento. Já passou da hora de mudar.

 

GEOLOCALIZAÇÃO

Não é sobre apenas estar ou não em um lugar, mas dos rastros que deixamos por onde passamos. Fazemos check-ins no Swarm, somos marcados em lugares no Instagram, traçamos rotas no Waze, deixamos avaliações no Foursquare e autorizamos aplicativos a coletarem nossos dados em 2º plano.

Com a tecnologia do GPS aliada ao do bluetooth 4.0, muitas empresas estão saindo na frente, entregando conteúdo personalizado através de ferramentas como o Beacon, que consegue localizar com precisão a área de maior tráfego, por exemplo, que uma empresa de varejo tem, além de oferecer ofertas exclusivas via mobile. Além disso, a mensuração de conversões por visitas físicas já é realidade, como já falamos em um post anterior.

O CEO da RocaSalvatella, explica como os grandes dados vão revolucionar o setor de turismo. Destinos turísticos, como Barcelona, podem ser planejados dela prefeitura aproveitando big data e geolocalização utilizando o bando de dados de operadores de telefonia celular para gerenciar melhor o fluxo de visitantes que recebem. Um exemplo de Big Data e Geolocalização. Confira a apresentação, em espanhol.

 

REPUTAÇÃO ON-LINE

Uma empresa se engana ao achar que o fato de estar distante dos canais digitais faz com que a sua reputação on-line esteja protegida. Não é uma questão de escolha, mas de gestão e claro, oportunidade. O boca a boca é imensurável, mas quando esse boca a boca vai para o digital, a marca tem em mãos a chance de reavaliar seu posicionamento e seu negócio com base na opinião de seus consumidores, tendo um canal próprio ou não. No Pinterest da Âncora Digital separamos alguns exemplos reais de serviço de atendimento ao consumidor, tanto de sacadas quanto de equívocos.

 

USUÁRIO PROTAGONISTA

youtubers

Quem um dia poderia imaginar que os 15 minutos de fama poderiam render anos? Que os produtores de conteúdos anônimos da internet poderiam ganhar destaque, a ponto de serem chamados para programas de televisão como convidados especiais, a pretexto da audiência?

Sim, estamos falando dos youtubers, influenciadores digitais e toda essa galera que produz entretenimento caseiro e faz tanto sucesso que acaba ampliando o campo midiádico de atuação. O exemplo acima, temos três clássicos: Ana Maria Brogui, que passa receitas de pratos tradicionais de grandes marcas para qualquer um fazer em casa; Jout Jout, com sua simples simpatia e carisma, levou o tema do empoderamento feminino à discussão, mas fala da vida e de fatos cotidianos também; e Whindersson Nunes, que apesar do nome diferente, ultrapassou há poucos meses o canal Porta dos Fundos no Youtube e vai fechar 2016 como o canal de vídeo com o maior número de fãs.

As marcas estão desesperadas por eles. E não era para ser diferente. Os fãs de internet são engajados, espalham o conteúdo, se mobilizam e tudo vira pauta, de uma hashtag no trending topics ao faturamento de uma bilheteria de cinema. Um bom exemplo é a influencer Kéfera, que começou no Youtube com um simplório vídeo sobre a Vuvuzela na Copa do Mundo e hoje já escreve livros com sucesso de público na Bienal de São Paulo, tem e-commerce que vende seus produtos personalizados, ganha dinheiro com o Google Adsense através de publicidade em seu canal e ultimamente lançou um filme sucesso de bilheteria, com música bombando no Spotify (superando grandes artistas nacionais com uma simples trilha, composta para o próprio filme).

Cada dia mais, usuários consomem seus próprios conteúdos, produzem tutoriais, compartilham suas vidas, geram informação e empatia para fins próprios e acabam por alcançarem o ápice. Como eles, tantos outros influenciadores estão espalhados. E não só os broadcasters que a mídia fala todos os dias, mas os influenciadores de nicho (moda, educação, fitness, alimentação…) e os influenciadores de tendências. As oportunidades estão aí.

 

BRANDED CONTENT

Pouco explorado ainda no Brasil, o termo Branded Content, apesar de muito falado, não é executado ao pé da letra como já acontece ao redor do mundo. Isto porque muitos acreditam que estamos falando de publieditorial, publipost, product placement ou algo do gênero. Definitivamente, Branded Content não é publicidade.

No Branded Content, o protagonista é a narrativa e não o produto. (Guga Lemes, BeGiant)

As empresas por trás das marcas possuem uma certa dificuldade em trabalhar com essa forma de comunicação por acreditarem em adaptações de meios, reflexo das fórmulas engessadas da mídia tradicional. Como falamos de entretenimento, de história por trás da comunicação, para se conectar com o seu público, uma marca precisa buscar sua verdade, sendo autêntica e relevante. A marca Dove, no projeto “Dove Real Beauty Sketches” exemplifica isso em um premiado case:

 

INTERNET DAS COISAS

Atualmente, quase todos os dispositivos que utilizamos normalmente (telefones celulares, tablets, laptops e computadores) estão conectados à internet. No entanto, há uma grande separação entre o mundo físico e o mundo digital quando pensamos em todas as coisas que utilizamos diariamente. É esta separação que a Internet das coisas (IOT) está tentando reduzir, estreitando as demandas usuais para serem cada vez mais interligadas, inteligentes o suficiente para se comunicarem entre si. Você já deve ter ouvido falar da geladeira que verifica os itens que estão faltando e faz uma compra automaticamente no e-commerce através do pagamento virtual pré-cadastrado, enviando no horário que o cliente tem chegado em casa nos últimos três dias, poupando tempo. Ou o robô cozinheiro, que ao imitar os movimentos humanos, repete uma receita exatamente como ela foi feita. Exemplos como esses começarão a ser comuns em alguns anos e soluções mais práticas serão cada dia mais viáveis e acessíveis economicamente falando. Esta é uma tendência a ser observada de perto.

 

BIG DATA

Imagine um cenário em que é possível analisar de forma coerente e rápida informações em tempo real e em quantidade não controlada, transformando dados em valor para as organizações. Este é o BIG DATA. Segundos a EMC, o Big data Analytics engloba escala, distribuição, diversidade e velocidade de criação.

Por muito tempo as empresas definiam suas estratégias de negócio pelo feeling, experiência de seus colaboradores ou por estimativas baseadas em pesquisas de um mercado macro com poucas segmentações. É aí que entra o Big Data: com análise e inteligência, é possível tomar decisões otimizadas de uma empresa a partir da coleta de dados em um universo de informações, disponíveis por diversos canais, ferramentas, plataformas e comportamentos específicos de usuários/consumidores. Desta forma, qualquer indicador-chave de desempenho terá no Big Data a oportunidade de tomar decisões mais assertivas, com maior chance de acertar nos objetivos do negócio, seja ele qual for. O documentário abaixo é uma excelente oportunidade para começar a entender o assunto:

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Big Data Analytics nas eleições: o diferencial competitivo

Com importantes mudanças na lei eleitoral, a personalização da comunicação com o eleitor se faz cada vez mais necessária, com menos promessas e mais diálogo. Mas não basta estar na internet, é preciso se orientar quanto às tomadas de decisão com base em inteligência e estratégia a partir das informações geradas nas redes sociais. Não estamos falando de feeling. Estamos falando de dados.

Com a redução do tempo de campanha eleitoral e a proibição de doações de empresas, o tempo da pré-campanha aumentou e o trabalho de convencimento dos eleitores agora deve ser constante.

O eleitor 3.0, que agora é partícipe, quer diálogos argumentativos e não possui uma decisão de voto linear. Não é só ouvinte, quer ser protagonista do discurso. Muitos ainda são antipolíticos, por influência da corrupção recorrente e na descrença da efetividade do poder público brasileiro. O novo eleitor, além de mais informado, espera que o seu candidato tenha uma postura humilde, passível às críticas, sendo verdadeiro e responsável (indo além do discurso teórico).

A maior dificuldade dos políticos é entender que o espaço de diálogo das redes sociais. Isto porque muitas vezes, o político vê apenas os usuários envolvidos na mensagem, ignorando fatores importantes, como engajamento, performance das redes sociais, imagem e influência social.

As mídias sociais não devem ser vistas como prestação de contas, mas sim como espaço de interação, com o dia a dia do candidato, se mostrando presente como uma pessoa que também tem suas opiniões, falando principalmente o que as pessoas querem ouvir. Elas querem histórias (storytelling). Querem conhecer a realidade. No final das contas, é com a pessoa que os eleitores querem se relacionar.

No boca a boca, é impossível monitorar os assuntos mais comentados, o direcionamento e a satisfação dos cidadãos sobre os serviços, os temas públicos e o candidato em si. Por isso, o big data analytics é muito importante. A análise do grande volume de dados espalhados na internet é a peça-chave para a tomada de decisão estratégica dos negócios e claro, da política. O presidente Obama já trabalha com Big Data nas eleições desde sua primeira campanha eleitoral, que foi construída a longo prazo, mas prezando primeiramente por conhecimento de público e estratégia de captura. Por isso, o mais importante em uma análise de big data não são os dados, mas o que você vai fazer com eles.

Campanha de marketing político digital não é só Facebook. Isso serve para curtida, não para voto. Para transformar a curtida em voto envolve muito mais que uma publicação com um santinho. É preciso entender que existe uma etapa entre a descoberta e a escolha do candidato, que denominamos funil de conversão de eleitores. Esta etapa envolve formação de conteúdo, formatação de mensagem, técnicas de engajamento, planejamento editorial, ferramentas de mobilização, capacitação de militância, captação de mailing segmentado, e, claro, comunicação política efetiva para transformar o observador em eleitor.

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Funil de Conversão de Eleitores. (Evento Share – Confirma 2016)

É evidente que político nenhum ganhará uma eleição só com a internet, mas com planejamento estratégico de marketing digital e big data, a possibilidade de retenção de voto e de estímulo à militância é maior. Nestes novos tempos, o político que souber aproveitar a ciência de dados a favor de sua campanha sai na frente.

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Qual a importância dos links para o rankeamento no Google?

Diante de tantos fatores para o rankeamento no Google, muito tem se falado sobre o que o RankBrain (atual algoritmo do Google baseado em  inteligência artificial) considera para a classificação dos sites no mecanismo de busca.

É evidente que um conteúdo com qualidade aumenta a relevância através da pesquisa semântica, mas estudos da Moz e Searchmetrics mostraram que os links são mais importantes para o rankeamento no Google do que se imaginava. O estudo mais recente, feito pela Stone Temple Consulting mostrou que há uma relação direta entre o rankeamento no Google e os links que apontam para um site. Para o estudo, foram considerados três modelos estatísticos diferentes para a análise dos resultados.

Eric Enge fez um cálculo diferente, baseado na média quadrática, pois considera o valor na análise estatística. Abaixo, uma imagem que representa um dos processos do cálculo  e sua variabilidade.

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O estudo aprofundado buscou ainda a relação de um bom conteúdo e a quantidade de links.

Se sua marca tem um site e quer aparecer no topo do Google, é importante saber que o trabalho não é simples, já que para ter links de retorno confiáveis é preciso se fazer relevante. O conteúdo de referência se constrói no médio e longo prazo e envolve muitos processos que a simples compra de backlinks (prática de muitos pseudo-profissionais de mercado) não resolveria. Por isso, antes de tudo, pense em como sua marca poderia entrar no contexto de um assunto e se realmente existe relação entre o que o usuário quer buscar e o que você oferece.

Para ter acesso à pesquisa completa sobre o rankeamento no Google, clique aqui.

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Store visits: mensurando visitas físicas com o Google Adwords

Cada dia mais o Google tem trabalhado com soluções para identificar os impactos que os anúncios de busca exercem sobre o tráfego gerado nas lojas físicas, principalmente considerando que os usuários recorrentemente utilizam os mecanismos de busca para a tomada de decisão de compra. A mais recente delas é o recurso Store Visits.

Como funciona o Store Visits

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O Google determina uma estimativa de visita à loja com base na proximidade do usuário ao local do anunciante no Google Maps a partir do histórico de localização (uma vez ativado nos smartphones com sistema operacional iOS ou Android).

A métrica baseia-se em cliques de busca de anúncios em todos os dispositivos – smartphones, tablets e desktops – e tipos de campanha, incluindo os anúncios da lista de produtos e anúncios de inventário local. As estimativas são baseadas em visitas às lojas dentro dos últimos 30 dias de um clique no anúncio e os relatórios são fornecidos a nível da campanha. Esta métrica de visitas é apenas uma estimativa de visita de loja e não de compras. O Google está executando testes paralelos para medir transações na loja usando dados de compra do varejista.

Segundo Surojit Chatterjee, diretor de produtos móveis para os anúncios da Rede de Pesquisa do Google, o recurso Store visits foi cuidadosamente projetado para manter os dados privados e seguros, não fornecendo a localização real de nenhum usuário para os anunciantes.

Consumidores conectados buscam informações sobre lojas físicas

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Fonte: Comportamento de busca por dispositivos – Google

Segundo a pesquisa Understanding Consumers Local Search Behavior, realizada pelo Google, a maioria dos usuários móveis fazem suas pesquisas usando um mecanismo de busca. De cada 5 usuários, 4 preferem esse meio para procurar informações locais. O estudo mostra ainda que os clientes potenciais estão procurando informações diferentes do que os usuários de computadores ou tablets. As perguntas mais freqüentes que os usuários de smartphones fazem referem-se ao horário de funcionamento do comércio (54%), ao trajeto até a loja física (53%) e ao endereço do local (50%). Enquanto isso, pesquisas usando computadores e tablets priorizam a disponibilidade do produto na loja física (45%), o horário de funcionamento (42%) e o endereço do local (38%).

Cada vez mais os consumidores utilizam a pesquisa para guiar suas decisões de compra. Com isso, o Google viu-se na obrigação de mostrar aos anunciantes como seus anúncios impactam no comportamento de visita à loja física. Uma das principais razões para o fornecimento da métrica Store Visits é provar a influência dos anúncios de busca na conversão de vendas off-line através do investimento em anúncios do Google AdWords. A novidade porém não é isolada. O Facebook, através do projeto Atlas, está me mexendo no que diz respeito ao uso do marketing baseado no comportamento do público e sua jornada de consumo de uma forma mais ampla.

A PetSmart, empresa de vendas de produtos para animais de estimação, utilizou o recurso Store Visits e através da ferramenta, a empresa identificou que 10 a 18% dos cliques em anúncios de busca levaram a uma visita à loja física. Como estratégia, a Petsmart aumentou o uso de extensões de localização nos anúncios para indicar os locais de compra.

Benefícios do Store Visits

  • Ver qual campanha e qual dispositivo gerou mais visitas às lojas;
  • Conhecer o comportamento do público-alvo;
  • Saber o retorno sobre o investimento – ROI e tomar decisões mais assertivas.

Pré-requisitos para o Store Visits

Para ter esta função nas suas campanhas de Google Adwords é preciso:

  • Ter um local de loja física;
  • Receber cliques em anúncios e visitas à loja em grande volume;
  • Criar cada um dos seus locais na conta do Google Meu Negócio;
  • Ter uma conta Google Meu Negócio vinculada à conta do AdWords.

A tecnologia já funciona em muitos países desde 2014, mas é realidade no Brasil desde o final de 2015, iniciando para algumas marcas. O Google necessita de amostragem de dados mínima a fim de obter tamanhos significativos de amostra nos anúncios de Store Visits. Os anunciantes qualificados tendem a ser varejistas com muitos pontos físicos. A boa notícia é que em breve o programa irá se expandir para outras cadeias, como hotéis, restaurantes e concessionárias de veículos.

Mobile Marketing - Call tracking

Mobile Marketing: Táticas de call tracking

Mobile Marketing: por quê fazer

Na hora de comprar um bem ou serviço, a busca pela internet já é realidade entre todos os públicos. Quando o usuário está propenso à compra e necessita de mais informações (quem nem sempre estão disponíveis no site), a maneira mais eficaz de conseguir a informação ainda é a clássica: discar para um número e falar diretamente com o serviço de atendimento ao consumidor.

As pessoas passam muito tempo on-line e depois de verem um anúncio, envolvem-se com sua marca de diferentes formas. Com o fácil acesso aos smartphones, os consumidores procuram cada vez mais produtos ou serviços à medida que as necessidades aparecem durante o dia, ligando para se informar. O que isso significa? Que a pesquisa começa online, mas eventualmente acaba offline, com 78% da compra por telefone. Estes são os dados da recente pesquisa ExtractFrom Your 2016 Mobile Marketing Playbook – realizada pela CallRail, que também divulgou informações importantes sobre conversão:

Em 2013, 30 milhões de pessoas fizeram telefonemas para empresas após uma busca mobile e a tendência é que duplique até 2018. Esses números mostram que estratégias de marketing para dispositivos móveis são necessárias se o objetivo for aumentar as vendas.

Mobile Marketing: principais estratégias

Google Adwords - Call tracking

Existem três principais estratégias que podemos adotar para implementar campanhas de Mobile Marketing:

  1. Click-to-Call (Chamadas para o clique);
  2. Anúncios mobile direcionados para buscas locais;
  3. Treinamento da equipe de vendas.

Mobile Marketing: como fazer

Ainda segundo a pesquisa, botões de Click-to-Call aumentam em até 70% o tráfego do site (considerando clientes potenciais à procura de ajuda na decisão de compra).

Antes de criar um botão Click-to-Call, é preciso garantir que o site é fácil de ser encontrado on-line. Aí entra o Google AdWords: uma excelente ferramenta que pode ajudar não só a escolher as palavras-chave corretas para os anúncios como também implementar uma segmentação geográfica para pesquisas nas proximidades do negócio, aumentando inclusive lances para exibições em dispositivos móveis. Esses botões geralmente são bem exibidos na Rede de Pesquisa do Google Adwords e estão apenas há um clique de distância da ajuda que o cliente potencial necessita.

Além disso, duas coisas devem ser consideradas quando se planeja um anúncio com Click-to-Call:

  1. A duração da chamada (em média 60 segundos);
  2. O cronograma de chamada (a ser feito em horário comercial);

Para que uma campanha de mobile marketing funcione, é importante que a equipe de vendas e o atendimento ao cliente estejam prontos para as chamadas recebidas geradas pelos botões de chamada. Com tudo isso engatilhado, chegou a melhor parte. Mensurar através das táticas de call tracking!

Relatórios em tempo real de Call Tracking mostram o que está funcionando, fornecendo dados sobre o rastreamento de chamadas e relatórios de desempenho das campanhas de marketing através de diversas segmentações. Desta forma, é possível ter uma visão completa das conversões, receber insights para o negócio e verificar o direcionamento dado pelos atendentes virtuais.

Com o Call Tracking é possível ver:

  •  O número chamado;
  • As horas que eles chamaram;
  • A localização do chamador;
  • Quantas vezes o chamador visitou a página do site;
  • Quais palavras-chave foram digitadas até chegar à chamada.

Próximo passo

Como cada clique resulta em uma ligação, é possível criar uma estratégia de lances no Google AdWords baseando-se na meta de CPA (custo por aquisição) ou no ROAS (retorno do investimento em publicidade) para ligações, potencializando o valor de cada chamada.

É importante ressaltar que as táticas de call tracking não valem para todo tipo de negócio, pois na jornada do consumidor, o tempo de decisão de compra varia muito, podendo ter diferentes atribuições nos caminhos percorridos até a conversão efetiva. Identifique sua demanda, verifique as etapas de implementação do mobile marketing e sua capacidade de atendimento, entenda sua realidade local e prepare-se para as vendas.

Espero que este artigo contribua para as próximas decisões do seu negócio. Caso queira contribuir com algum dado ou informação pertinente, deixe um comentário abaixo. O conteúdo será sempre colaborativo.

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10 tendências de Business Intelligence para 2016

Cada vez mais as pessoas estão vendo os dados como uma ferramenta importante para realizar um trabalho, independente da área de atuação. Além dos avanços tecnológicos, novas técnicas para extrair valor dos dados estão evoluindo. Anualmente, a empresa de análise de dados na nuvem Tableau investiga essa evolução. Desta vez, fizeram uma lista das 10 tendências de business intelligence para 2016. Confira:

1. O INÍCIO DE UMA GRANDE AMIZADE ENTRE A GOVERNANÇA E A ANÁLISE DE AUTOATENDIMENTO

Para muitas pessoas, a governança e a análise de autoatendimento são inimigas naturais. Talvez seja por isso que ver a governança e a análise de autoatendimento andando de mãos dadas cause tanta surpresa. A guerra acabou, e a lacuna cultural entre empresas e tecnologia está diminuindo. As organizações já sabem que a governança de dados, quando feita corretamente, pode incentivar uma cultura de análise e atender às necessidades dos negócios. As pessoas ficam mais propensas a analisar seus dados quando têm fontes de dados centralizadas, organizadas e rápidas e quando sabem que alguém (equipe de TI) está cuidando da segurança e do desempenho.

2. A ANÁLISE VISUAL SE TORNA UMA LINGUAGEM COMUM

Os dados estão mudando a forma de conversar – em salas de reuniões, na mídia e nas mídias sociais. As pessoas estão visualizando seus dados para responder a perguntas, descobrir informações úteis e compartilhar histórias com profissionais de todas as áreas, especialistas ou não em dados. Com o aumento da utilização dos dados, cada vez mais pessoas recorrerão a eles para responder a perguntas profissionais e pessoais. Da mesma forma, os empregadores buscarão pessoas que possam analisar os dados com uma visão crítica. A análise visual será a linguagem comum que permitirá às pessoas descobrir informações úteis com rapidez, colaborar de forma significativa e criar uma comunidade voltada para os dados.

3. OS PRODUTOS DE ANÁLISE DE DADOS ESTÃO MAIS DEMOCRÁTICOS

As ferramentas de análise de autoatendimento mudaram permanentemente as expectativas. Em 2016, as pessoas buscarão autonomia no fluxo da análise de dados, especialmente com a chegada de mais membros da geração Y ao mercado de trabalho. Se quiserem continuar dinâmicos, os usuários corporativos devem ser capazes de manipular determinados dados instantaneamente. E é por isso que a demanda por ferramentas de preparação de dados de autoatendimento, e até mesmo por data warehouses de autoatendimento, crescerá como uma extensão natural desse tipo de análise. Essa democratização permitirá que as pessoas respondam rapidamente às mudanças de prioridades.

4. A INTEGRAÇÃO DE DADOS ESTÁ AINDA MAIS EMOCIONANTE

Atualmente, muitas empresas precisam de análises ágeis. Elas querem enviar os dados certos para as pessoas certas, e rápido. Esse não é um desafio simples, porque os dados geralmente estão armazenados em vários lugares diferentes. Trabalhar com diversas fontes de dados pode ser tedioso, impossível ou ambos. Em 2016, veremos muitos concorrentes novos na área de integração de dados. Com o aumento da oferta de ferramentas sofisticadas e o surgimento de novas fontes de dados, as empresas desistirão de tentar reunir cada byte de dados no mesmo lugar. Os exploradores de dados se conectarão a cada conjunto de dados em seus respectivos armazenamentos, usando métodos e ferramentas mais ágeis para fazer as combinações ou uniões necessárias.

5.ANÁLISES AVANÇADAS  NÃO SÃO MAIS APENAS PARA ANALISTAS

Em todas as áreas das empresas, mesmo os profissionais que não são analistas estão cada vez mais exigentes. Eles querem fazer mais do que um gráfico com seus dados. Buscam uma experiência de análise mais significativa e aprofundada. As organizações adotarão plataformas que permitem aos usuários utilizar estatísticas, fazer uma série de perguntas e continuar no fluxo de suas análises.

6. O ARMAZENAMENTO DE DADOS E AS ANÁLISES NA NUVEM DECOLAM

Em 2015, as pessoas começaram a adotar a nuvem. Elas se deram conta de que colocar os dados na nuvem era fácil e extremamente escalonável. Também viram que a análise na nuvem era mais ágil. Em 2016, mais pessoas migrarão para a nuvem graças, em parte, a ferramentas que as ajudam a utilizar dados da Web. Os primeiros a adotar a nuvem já estão obtendo informações desses dados, e outras pessoas estão percebendo que deveriam fazer o mesmo. Cada vez mais empresas também usarão a análise na nuvem para explorar mais dados com mais rapidez. Esse recurso passará a ser tão importante para elas quanto qualquer outro sistema essencial da empresa.

7. O CENTRO DE EXCELÊNCIA (COE) EM ANÁLISE ASSUME UM PAPEL CRUCIAL

Cada vez mais organizações estabelecerão um Centro de Excelência para incentivar a adoção da análise de autoatendimento. Esses centros desempenham um papel vital na implementação de uma cultura baseada em dados. Através de programas de capacitação, como fóruns on-line e sessões particulares de treinamento, os centros capacitam até mesmo profissionais de outras áreas a incorporar a análise de dados em seus processos decisórios. Ao longo do tempo, esses centros permitirão que os dados sejam a espinha dorsal de todo o fluxo de trabalho da organização.

8. A ANÁLISE EM DISPOSITIVOS MÓVEIS GANHA SUA INDEPENDÊNCIA

A análise em dispositivos móveis cresceu e saiu da casa dos pais.
Ela não é mais apenas uma interface para os produtos de business intelligence tradicionais. Em 2015, começaram a surgir produtos que, desenvolvidos com a abordagem mobile-first, ofereciam uma experiência fluida que priorizava dispositivos móveis.
Trabalhar com dados a partir de qualquer lugar deixará de ser um suplício para se tornar parte dinâmica do processo de análise.

9. AS PESSOAS COMEÇAM A DESCOBRIR OS DADOS DA IOT

Tudo indica que a Internet das coisas – IOT ganhará ainda mais terreno em 2016. Parece que tudo terá um sensor que envia informações para a “nave-mãe”. Pense em todos os dados que são gerados ininterruptamente por dispositivos móveis – e isso é apenas a ponta do iceberg. À medida que o volume de dados da IoT cresce, o potencial para a descoberta de informações também aumenta. Empresas buscarão ferramentas que permitam aos usuários explorar os dados e, em seguida, compartilhar suas descobertas de forma segura, controlada e interativa.

10. NOVAS TECNOLOGIAS SURGEM PARA PREENCHER AS LACUNAS

Há diversas tecnologias novas em desenvolvimento no ecossistema de BI. À medida que elas chegarem ao mercado, veremos lacunas que precisarão ser preenchidas. Novas empresas surgirão para fazer exatamente isso. Aceleradores do Hadoop, integração de dados NoSQL, integração com dados da IoT, aprimoramento das mídias sociais – cada uma dessas áreas oferece uma oportunidade para o surgimento de uma nova empresa. Em 2016, essas lacunas serão cada vez mais preenchidas, resultando na consolidação do mercado. Da mesma forma, as organizações continuarão migrando de soluções únicas para adotar uma pilha de soluções abertas e flexíveis que incluam essas novas tecnologias.

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Novas mídias e novos negócios

No dia 12 de novembro de 2015 participei como palestrante do 1º Convip – Ciclo de Palestras do curso de Comunicação Social da Faculdade Pitágoras, de Linhares, ES. Na oportunidade, discutimos sobre novas mídias e novos negócios. Compartilho agora os principais pontos abordados da temática:

OCEANO VERMELHO

No oceano vermelho, a concorrência é sangrenta e o mercado, saturado das mesmas ideias. Nele, as empresas competem em mercados existentes, numa briga de concorrência e exploração de demanda existente. A empresa faz a compensação entre valor-custo e alinha a empresa inteira com sua escolha estratégica de baixo custo ou diferenciação, na perspectiva de defender a posição atual.

OCEANO AZUL

No oceano azul, as empresas criam novos mercados, tornando a concorrência irrelevante a partir da criação de novas demandas. Desta forma, é possível quebrar a relação entre valor-custo, alinhando a empresa inteira com sua escolha estratégica de baixo custo e diferenciação na perspectiva de inovar e perseguir novas oportunidades. A internet é um exemplo com seu universo de possibilidades a ser explorada.

CONSUMIDOR

O comportamento dos consumidores e as expectativas mudaram para sempre. Com os telefones poderosos em nossos bolsos, fazemos mais que apenas verificar o tempo, o texto de um cônjuge, ou conversar com amigos. Voltamos para os smartphones com intenção de esperar das marcas respostas imediatas  para nossas necessidades. Para fins de estudo, o Google Think as definiu como: eu quero saber, eu quero ir, eu quero fazer e eu quero comprar.

eu quero saber - google

eu quero ir - google

eu quero fazer - google

eu quero comprar - google

Nesses momentos, as decisões são tomadas e as preferências são moldadas. O desafio é entender e aproveitar ao máximo os pontos interligados da jornada de consumo (conhecimento, consideração, intenção e decisão) definindo os fundamentos de métricas antes de mergulhar no trabalho criativo. Para o presidente da DPZ&T, Eduardo Simon só criatividade é pouco para lidar com a dinâmica atual do mercado. É preciso aliá-la a resultado. “A publicidade como nós conhecíamos morreu. (…) Antes, o trabalho da agência acabava quando a campanha ficava pronta. Hoje ele começa”.

jornada do consumidor

Jornada do consumidor

Momento Zero da Verdade – ZMOT

A jornada da decisão de compra mudou. Cada vez mais, pessoas buscam informação de um produto ou serviço pela internet antes de realizar uma compra. O ZMOT é isso, um novo acréscimo vital ao processo clássico de três etapas (estímulo, prateleira e experiência). O que foi uma vez uma mensagem agora é uma conversa. Os compradores hoje encontram e compartilham suas próprias informações sobre produtos de sua própria maneira, em seu próprio tempo. O boca a boca está mais forte do que nunca e pela primeira vez na história da humanidade, o boca a boca é um meio arquivado digitalmente. Nenhum MOT é pequeno demais. Se os consumidores pesquisarão na Internet desde casas até assistência médica, eles também o farão com band-aids e canetas esferográficas. Os MOTs estão se encontrando. Nossos dispositivos móveis são máquinas de MOT. Conforme o uso de celulares cresce, os momentos zero, primeiro e segundo da verdade estão convergindo.

OMNI CHANNEL

Em comparação com outras categorias, como onechannel (canal de via única) e multichannel (canal de múltiplas vias), o omnichannel veio para mostrar que atualmente, trabalhando com dados de diferentes fontes e diferentes canais, é possível descobrir mais sobre clientes, inclusive oportunidades perdidas ao longo do processo de consumo. Por mais que a revolução da mídia social significou a troca de duas vias no diálogo e na interação, o omnichannel pode ser considerado, no cenário de novas mídias e novos negócios como a realização de um negócio social. Os dados de preferência pessoal podem ser usados universalmente em dispositivos e com isso, a marca pode saltar para as oportunidades reais através da interpretação de dados, entendendo as reais necessidades dos clientes, oferecendo o complemento das decisões de compra (cross selling) ou até itens melhores com base na escolha (up-selling). Desta forma, a decisão final de compra, o preço, o relacionamento, os serviços e a continuidade da comunicação serão todos considerados, independente da mídia ou da ordem de impacto da marca pelo canal.

BIG DATA

Growth Hacking Marketing, ou “Marketing de crescimento hacker” é uma palavra nova para a maioria, mas uma prática há muito realizada pelos gerentes de produto do Vale do Silício. Com a mídia de massa desaparecendo e o ataque da customização em massa e do nicho web, o marketing como nós conhecemos nos últimos 100 anos morreu. As pessoas estão sendo bombardeadas com os dados e a tendência e que independentemente de quão bom um widget ou aplicativo seja, as pessoas estarão fadigadas pelo interesse. O problema agora é a distribuição que enfrenta cada produto e cada inicialização.

Growth Hacking Marketing apareceu como a maneira moderna de atingir um mercado e distribuir uma idéia, puxando insights de economia comportamental e gamificação para encontrar a mensagem certa, vinda dos usuários. A estratégia de crescimento está dentro dos parâmetros de um método escalável e passível de ser replicado para o crescimento, impulsionado pelo produto e inspirada por dados. Os objetivos são baseados em marketing, mas impulsionados por intuições sobre os produtos, vivendo na intersecção de dados, produtos e marketing. No entanto, vale ressaltar que o Growth Hacking Marketing é um processo, não um livro secreto de idéias. Estratégias de crescimento não podem ser facilmente copiadas e coladas de produto para produto. Além disso, o crescimento nunca é instantâneo.

Se tratando de big data, toda e qualquer informação é poder quando se transforma dado em conhecimento aplicável.

MÉTRICAS DE VAIDADE

Os dados superficiais não corresponde com a realidade. É preciso averiguar a verdade por trás dos fatos. Confira aqui o post detalhado sobre o tema.

PENSE LOCAL

Encontre novas soluções para os problemas de sempre, mas não deixe o pensamento local matar o seu negócio.

PENSE DIGITAL

Não é sobre estar ou não nas mídias sociais. É como as mídias sociais catalizam os resultados do negócio.

PENSE GRANDE

Se o mundo é tão grande, pra que pensar pequeno?