Qual a importância dos links para o rankeamento no Google?

Diante de tantos fatores para o rankeamento no Google, muito tem se falado sobre o que o RankBrain (atual algoritmo do Google baseado em  inteligência artificial) considera para a classificação dos sites no mecanismo de busca.

É evidente que um conteúdo com qualidade aumenta a relevância através da pesquisa semântica, mas estudos da Moz e Searchmetrics mostraram que os links são mais importantes para o rankeamento no Google do que se imaginava. O estudo mais recente, feito pela Stone Temple Consulting mostrou que há uma relação direta entre o rankeamento no Google e os links que apontam para um site. Para o estudo, foram considerados três modelos estatísticos diferentes para a análise dos resultados.

Eric Enge fez um cálculo diferente, baseado na média quadrática, pois considera o valor na análise estatística. Abaixo, uma imagem que representa um dos processos do cálculo  e sua variabilidade.

quadratic-mean-calcultation

O estudo aprofundado buscou ainda a relação de um bom conteúdo e a quantidade de links.

Se sua marca tem um site e quer aparecer no topo do Google, é importante saber que o trabalho não é simples, já que para ter links de retorno confiáveis é preciso se fazer relevante. O conteúdo de referência se constrói no médio e longo prazo e envolve muitos processos que a simples compra de backlinks (prática de muitos pseudo-profissionais de mercado) não resolveria. Por isso, antes de tudo, pense em como sua marca poderia entrar no contexto de um assunto e se realmente existe relação entre o que o usuário quer buscar e o que você oferece.

Para ter acesso à pesquisa completa sobre o rankeamento no Google, clique aqui.

MOBILEGEDDON: Google muda buscas priorizando sites mobile

Depois da atualização algorítmica do Google em 21 de abril de 2015 chamada mobilegeddon, muito se comentou pelos corredores da internet sobre as penalidades e mudanças que isso traria para o ranking orgânico dos websites no mecanismo de pesquisa do Google.

Desde 2009, o Google já havia anunciado mudanças em seu sistema de ranking considerando os sites acessíveis para mobile e agora essas mudanças foram ainda mais significativas. Segundo o Google, cerca de 4,7%  dos sites mobile-friendly desde maio de 2015 foram assim feitos desde  a divulgação da mudança e o receio na perda de tráfego fez com que muitos sites corressem atrás do prejuízo. O nome mobilegeddon faz referência à citação bíblica da guerra no fim do mundo e também ao famoso filme Armageddon, que mostra um fantástica chuva de pequenos meteoros. É evidente que o céu nunca caiu nem o mundo acabou para os websites. Mas para alguns, é evidente que mudou. E para melhor.

O analista de tendências do Google Webmasters, Gary Illye, compartilhou alguns detalhes em uma recente FAQ – Perguntas frequentes. Resumidamente, estes são os pontos mais importantes dessa mudança:

  • Websites responsivos (adaptáveis) não terão nenhum benefício com a classificação;
  • O Googlebot deve ser permitido, desbloquear a leitura do CSS e JavaScript para passar no teste “mobile-friendly”;
  • O uso móvel é determinado no nível da página e não no nível sitewide – que informa se há link em diversas páginas de um domínio;
  • Tablets não serão afetados por esta atualização;
  • O Google está trabalhando atualmente em um índice móvel exclusivo.

Abaixo, um exemplo de descrição no mecanismo de busca orgânica do Google para sites móveis amigáveis:

mobile friendly

O Google tem mais de um incentivo para continuar a atualizar os resultados da pesquisa para pesquisas mobile, pois eles anunciaram recentemente que há oficialmente mais pesquisas em smartphones do que em desktop nos EUA e esse é um número crescente. A tendência é que o Google priorize estas pesquisas para oferecer a melhor experiência., ajustando o algoritmo mobile-friendly ao longo do tempo.

Quer saber se seu site passou nos testes do mobilegeddon? O teste de compatibilidade para dispositivos móveis pode ser feito aqui.

Google explica como funciona seu mecanismo de buscas

Você já parou pra pensar como o Google funciona? Como ele seleciona os sites mais relevantes e filtra os resultados das pesquisas em tão pouco tempo? No dia 1 de maio, o Google lançou uma página com detalhes de como funciona a pesquisa no mecanismo de buscas. A versão em inglês conta ainda com um infográfico interativo, que mostra de uma maneira bem didática todo o processo: da indexação antes mesmo da pesquisa até o combate dos spams, passando por diversas análises através do sistema de algoritmos que determina o grau de relevância de trilhões de conteúdos espalhados pela internet.

No vídeo abaixo, Matt Cutts – engenheiro de software do mecanismo de buscas Google – explica com mais detalhes. Veja: